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Coffee Study Program

Comunidade, colaboração e mudança do mundo

Na República Dominicana, os alunos do Coffee Study Program se reúnem com as organizações que estão tentando criar um mercado de café justo, gratificante e sustentável.

Jia Yi e suas amigas acreditam que podem fornecer um plano de ação para mudanças positivas.
Como a maioria dos italianos, Jia Yi está familiarizada com o espresso. Descendente chinesa de 21 anos, ela abraça inteiramente a cultura do café do Bel Paese.
Mas ela diz que só foi capaz de apreciar realmente o que está por trás de uma xícara de café quando se juntou às pessoas da comunidade de Aguacate, na República Dominicana.
A forma que foi calorosamente acolhida pelos moradores, ao lado de seus três colegas estudantes do Coffee Study Program, Jia Yi percebeu que é em lugares assim, que nasce o café.

“Que viagem um grão de café precisa fazer, para se tornar uma xícara de café!”

Tudo começa aqui – com o trabalho duro das mulheres e dos homens que cuidam da plantação de café. Que colhem os grãos e os processam, antes que cheguem no mercado global do café.

Como estudante de desenvolvimento internacional, Jia Yi sabe que este mercado só pode ser justo e sustentável se os direitos dos agricultores como os de Aguacate e Neiba forem mantidos. Organizações como a Fundação Lavazza fazem muito para ajudar na capacitação dessas pessoas, que, por sua vez, precisam se organizar e fazer com que suas vozes sejam ouvidas. Os Estados também têm um papel fundamental a desempenhar, por meio da criação de espaços compartilhados para o diálogo. 

Foi por isso que nasceram a CONCAFED (Confederacion Cafetalera Dominicana) e o CODOCAFE (Consejo Dominicano del Cafe).

Como uma federação de cafeicultores, a CONCAFED forneceu conhecimento inestimável, para Jia Yi e seus amigos. Aqui estava um exemplo claro de como a união pode ajudar a apoiar a resiliência dos agricultores.

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“Os representantes da CONCAFED são eleitos pelas cooperativas”, explica Jia Yi. “Eles são muito genuínos, espontâneos. Eles estavam lá para representar os interesses dos agricultores.”

Um mundo melhor, como o que os Objetivos de Desenvolvimento Sustentável estão tentando criar, pode parecer difícil de alcançar. Mas, durante sua experiência na República Dominicana, Jia Yi diz que percebeu que isso pode ser feito, se adotarmos uma abordagem abrangente que inclua perspectivas diferentes – o tipo de abordagem que a comunidade e a coletividade podem oferecer.

“O verdadeiro poder está na coletividade”, diz Jia Yi. Quando os agricultores se unem na coletividade, e as vozes se unem nas confederações, sua influência cresce.

E vai além deles, também: “Como uma entidade única, a Confederação é poderosa”, Jia Yi nos diz. “Mas, juntamente com ONGs e organizações como a Fundação Lavazza, bem como partes interessadas do setor privado, ela torna-se ainda mais forte.”

Se queremos alcançar um mundo sustentável, o primeiro passo é nos unirmos. Como os cafeicultores na República Dominicana, que, conta Jia Yi, a ensinaram que:

“Todos podemos aspirar a inspirar.”

Na próxima semana, vamos descobrir por que, de acordo com Rebecca, métricas de negócios comuns podem não ser o que precisamos, na medição do progresso para um mundo justo e sustentável.

 

 

 

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