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O Salone del Gusto exibe comidas finas da Itália e do mundo, em uma concentração de produtos, história e territórios.
Nesse ambiente, a Lavazza apresentou sua própria pesquisa examinando a Itália dos cafés.

O Training Center Lavazza conduziu uma pesquisa histórica para redescobrir cinco receitas de café típicas de regiões da Itália.
Todos os visitantes do Salone del Gusto tiveram a oportunidade de provar produtos tradicionais no estande da Lavazza, como espresso, latte e cappuccino — feito com o blend 100% sustentável ¡Tierra! — e, acima de tudo, experimentar estas receitas que nunca foram propostas.

Caffè padovano
O Caffè Padovano é um verdadeiro desafio, pois trata-se de um espresso feito com a adição de calda de menta, espuma de leite e cacau polvilhado por cima. O Lavazza Training Center desconstruiu os ingredientes para manter sua individualidade, mesmo no espaço mínimo de um copo pequeno. Assim, o ganache de menta feito com chocolate branco, creme e menta branca é usado para cobrir o interior do copo. Só então o espresso é adicionado, com cacau polvilhado.

Caffè napoletano
O Caffè napoletano vem de Campania e é a revisitação de uma invenção recente, criada em Nápoles nos anos 1990. Enquanto que o “tradicional” é um café simples guarnecido com pasta de avelã, a criação da Lavazza começa com um creme macio feito de café batido, com açúcar e pasta de avelã até ficar liso, e então colocado com uma colher por cima do espresso Lavazza. As intensas notas e maciez dessa especialidade oferecem um blend irresistível de quente e frio, doçura e intensidade, café e avelã.

Moretta fanese
O Moretta fanese tem sido historicamente um tônico para os marinheiros: espresso, licor de anis, rum, açúcar e raspa de limão. É o blend que os marinheiros de Marcas beberiam como revigorante em uma tarde. O Moretta da Lavazza foi reinventado com uma espuma macia de anis, rum e conhaque, combinados com leite integral e creme, que flutuam por cima do espresso. Conforme a tradição em Fano, é servido em um pequeno copo, e não em uma xícara. O Moretta é guarnecido com uma casquinha de limão cristalizada.

Caffè alla salentina
O Caffè alla salentina tem sabor natural de verão. Na tradição da região de Puglia, o espresso adoçado é colocado em um copo com gelo, adicionando um sabor típico do sul da Itália: o leite de amêndoa. A inovação apresentada pelo Training Center é a combinação de algo frio e amêndoas, usando sorvete Fiordilatte “Lait” da “Gelateria Alpina”, enriquecido com uma pasta de amêndoas torradas. Uma máquina especial de sorvete macio é usada no local para fazer uma colher de sorvete no fundo do copo. O café é despejado por cima, criando um contraste entre o gelado do sorvete e o calor do espresso, com a fragrância das amêndoas misturadas ao aroma do café. O resultado é uma especialidade deliciosa comida com colher.

Bavareisa torinese
O Bavareisa Torinese é o precursor do século XVIII do muito conhecido “bicerin.” Os ingredientes são os mesmos usados no famoso “neto” — café, chocolate e creme de leite — mas na Bavareisa são misturados, e não postos em camadas. Na nova versão da Lavazza, apenas o chocolate —Extra Bitter 63% de Guido Gobino, derretido em banho-maria — e o café são misturados. O creme, adoçado com açúcar e dissolvido com leite, é despejado no topo para que as texturas, sabores e temperaturas sejam combinados deliciosamente quando você bebe.


A receita é servida com “Zaeti”.
Na região de Vêneto, todos os doces “tentadores” são chamados de “golosessi.” Os Zaeti estão entre eles, e até no século XIX Pellegrino Artusi os descreveu em seu imortal livro de receitas, Ciência na cozinha e a arte de comer bem: o nome, que significa “amarelinhos”, vem do fato de que são feitos de fubá misturado com manteiga, açúcar e passas.


A receita é servida com Raffioli
“Raffiolo” significa “raviolo” e é o nome do biscoito criado no século XVIII pelas freiras no monastério de San Gregorio Armeno (Nápoles), feito especialmente para a véspera de Natal. Existem três versões de Raffiolo – simples, em estilo Sorrento e cassata — mas a essência é sempre a mesma: pão-de-ló oval coberto com glacê branco ou geleia de damasco. Pode ser recheado com ricota, casca de limão cristalizado, chocolate e pistaches.


A receita é servida com “Beccute

Beccute são doces típicos da região das Marcas que parecem voltar no tempo do famoso poeta Giacomo Leopardi (também são chamados de Beccute de Leopardi). Os biscoitos, feitos com frutas secas e nozes, geralmente são feitos para a Quaresma ou para o Natal — dependendo do local — e o nome provavelmente vem da palavra “beccate” (bicada), pois seu formato nodular faz você querer mordiscá-lo.


A receita é servida com ai “Biscotti di Ceglie

Ceglie Messapica, na área de Brindisi, é a capital da amêndoa na Itália: aparentemente ali existem quarenta variedades. Sua expressão mais sublime é conhecida como “piscquett'l”, pequenos biscoitos preparados com amêndoas, alguns escaldados e outros assados. São indispensáveis em festas e casamentos, também servidos na versão com glacê. Os Biscotti di Ceglie são Slow Food Presidium.

 

 

 

 
A receita é servida com “Paste di Meliga
Favoritos em Piemonte, a Paste di Meliga são biscoitos feitos com fubá e que as pessoas costumavam molhar em uma taça de vinho Barolo no final da refeição. Hoje em dia, porém, tendem a ser servidos com Moscato d’Asti, Passito ou — na versão de dar água na boca — zabaione. Paste di Meliga são Slow Food Presidium.